O passeio de algumas turmas da Escola Paulo Freire ao ginásio municipal
Algumas turmas da Escola Paulo Freire decidiram fazer um passeio até o Museu de Panambi para saber um pouco mais sobre como era nossa cidade há alguns anos atrás. Nesta visita foram as turmas da segunda série, da terceira, da quarta e da Progressão.
As professoras alugaram um micro-ônibus. Cada aluno pagou R$1,50. Mas o veículo era muito pequeno e alguns alunos tiveram que ir em pé!
Quando chegamos lá, fomos ao museu e dois funcionários falaram da história. Eles contaram como era o município antigamente, nos mostraram fotos e objetos usados por nossos antepassados. Vimos coisa prá matar formiga, três pianos, televisões, armas de fogo, camas, sapato nº 99! Uma gaita, bolhadeira, caveiras de animais, anzóis, máquina de datilografar, ossos de baleia, brinquedos de madeira (motoca, cavalinho, etc), coleção de borboletas e outros insetos, carroça, maquetes de igrejas, cadeira de dentista, geladeira, sala antiga, vestidos antigos, lanças de índios, computador, fogão, toca disco, serrote prá duas pessoas, rádios, plantadeiras, instrumentos agrícolas diversos, casco de tartaruga, e muito mais coisas que nem tem como contar...
Nós já sabíamos que Panambi se formou na virada do século XIX. Os primeiros habitantes foram os índios, depois vieram os portugueses e paulistas. Mais tarde Chico Saleiro e Manuel José da Encarnação. O Encarnação tinha dez filhas e dois filhos! Tempos depois, vieram os imigrantes alemães. O nome do homem que comprou estas terras era Herrmann Meyer. Eles chamaram Panambi de Neu-Württemberg. A colônia era distrito de Cruz Alta. Em 1954 viramos um município, nosso primeiro prefeito foi Walter Faulhaber.
Depois da visita ao Museu fomos à academia do Ginásio e em seguida fizemos um piquenique. Uma coisa que marcou a tarde foi encontrarmos um gato morto, esmagado, sem olho, com dois furos nas costelas e com cheiro horrível! Coisa medonha... Ele estava embaixo da ponte...
Vimos também o rio Fiúza, a água estava suja e o barranco desmoronando.
Às 16:30 horas nós voltamos para a Escola, só o Alex ficou com sua mãe lá no ginásio. O passeio estava muito legal, nós adoramos!
Turma 22 A e profe Eliane Mello
Quando chegamos lá, fomos ao museu e dois funcionários falaram da história. Eles contaram como era o município antigamente, nos mostraram fotos e objetos usados por nossos antepassados. Vimos coisa prá matar formiga, três pianos, televisões, armas de fogo, camas, sapato nº 99! Uma gaita, bolhadeira, caveiras de animais, anzóis, máquina de datilografar, ossos de baleia, brinquedos de madeira (motoca, cavalinho, etc), coleção de borboletas e outros insetos, carroça, maquetes de igrejas, cadeira de dentista, geladeira, sala antiga, vestidos antigos, lanças de índios, computador, fogão, toca disco, serrote prá duas pessoas, rádios, plantadeiras, instrumentos agrícolas diversos, casco de tartaruga, e muito mais coisas que nem tem como contar...
Nós já sabíamos que Panambi se formou na virada do século XIX. Os primeiros habitantes foram os índios, depois vieram os portugueses e paulistas. Mais tarde Chico Saleiro e Manuel José da Encarnação. O Encarnação tinha dez filhas e dois filhos! Tempos depois, vieram os imigrantes alemães. O nome do homem que comprou estas terras era Herrmann Meyer. Eles chamaram Panambi de Neu-Württemberg. A colônia era distrito de Cruz Alta. Em 1954 viramos um município, nosso primeiro prefeito foi Walter Faulhaber.
Depois da visita ao Museu fomos à academia do Ginásio e em seguida fizemos um piquenique. Uma coisa que marcou a tarde foi encontrarmos um gato morto, esmagado, sem olho, com dois furos nas costelas e com cheiro horrível! Coisa medonha... Ele estava embaixo da ponte...
Vimos também o rio Fiúza, a água estava suja e o barranco desmoronando.
Às 16:30 horas nós voltamos para a Escola, só o Alex ficou com sua mãe lá no ginásio. O passeio estava muito legal, nós adoramos!
Turma 22 A e profe Eliane Mello
Nenhum comentário:
Postar um comentário